Enquanto as obras de melhoramento da orla de Camburi estão em andamento, sugiro aos donos de quiosques com seus respectivos funcionários que façam uma reciclagem voltada ao atendimento a clientes.
Recentemente testei o atendimento nos quiosques. Sentei-me à mesa num quiosque e aguardei vinte minutos e ninguém me atendeu. Fui ao segundo e novamente esperei por quinze minutos, também ninguém me abordou. Finalmente dirigi-me ao terceiro quiosque e permaneci também por quinze minutos e igualmente sem atendimento.
Em dois estabelecimentos havia o dono e no outro apenas empregados.
Eu também não chamei por garçom e nem solicitei nada, apenas permaneci sentado aguardando a iniciativa de quem precisa vender para sobreviver.
De minha parte o consumo naquele estabelecimento é opcional e não vital para minha sobrevivência.
Essa mensagem serve de “desconfiômetro” para muitos comerciantes de nossa ilha.
Recentemente testei o atendimento nos quiosques. Sentei-me à mesa num quiosque e aguardei vinte minutos e ninguém me atendeu. Fui ao segundo e novamente esperei por quinze minutos, também ninguém me abordou. Finalmente dirigi-me ao terceiro quiosque e permaneci também por quinze minutos e igualmente sem atendimento.
Em dois estabelecimentos havia o dono e no outro apenas empregados.
Eu também não chamei por garçom e nem solicitei nada, apenas permaneci sentado aguardando a iniciativa de quem precisa vender para sobreviver.
De minha parte o consumo naquele estabelecimento é opcional e não vital para minha sobrevivência.
Essa mensagem serve de “desconfiômetro” para muitos comerciantes de nossa ilha.

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