quarta-feira, 18 de março de 2009

QUIOSQUES

A fórmula de atender aos usuários e turistas da orla de Camburi não era das melhores, haja vista que não dava a oportunidade dos freqüentadores escolherem suas opções.
Agora retirar os quiosques sem data marcada para início e término dos bares existentes nas areias daquela praia, isso é o fim.
Como fica os freqüentadores notadamente o turismo na cidade de Vitória.
Senhores responsáveis por esse ato: acordem urgentes e criem uma estratégia para minimizar o problema criado por vocês.

domingo, 15 de março de 2009

CHURRASQUINHO

Na esquina da Avenida Aristóbulo Barbosa Leão e Maria de Lourdes Poyares Labuto, em Jardim da Penha e com uma calçada com mais de 5 metros de largura, existe um casal que vendia churrasquinho, refrigerantes e cervejas em latas atendendo a maioria dos alunos de um colégio edificado nas redondezas alem de outros consumidores como é o meu caso. Muitos fregueses, muito asseio e todos sentados em um tamborete ofertados pelos comerciantes.
Semana passada estive lá e nada de tamboretes, nem cerveja, poucos fregueses e tampouco os dois auxiliares que ganhavam alguns para ajudar na suas sobrevivências.
Já tive a oportunidade de escrever para esse jornal e manifestei minha opinião acerca do problema causado por alguns profissionais, que não é o caso dos aqui relatados.
Então fica a pergunta outra vez: Por que a prefeitura não orienta os que comercializam erradamente ao invés de sacrificarem todos que querem trabalhar honestamente? E mais uma pergunta: Por que não ouvem os fregueses acerca do tipo de comércio aqui relatado?

sábado, 14 de fevereiro de 2009

CAMBURI

A orla de Camburi está ficando muito bonita e isso não se discute. Semana passada conversando com um encarregado das obras, pude observar sua indignação acerca de alguns problemas, tais como:
1 – O calçadão foi projetado e executado para uso de pedestres e ciclistas, mas o que vemos é caminhões e tratores utilizando aquela pista;
2 – Algumas benfeitorias são danificadas por vândalos ou mau uso e não há fiscais da PMV para autorizar o refazimento das mesmas;
3 – Não se previu uma passagem reforçada para tráfego de caminhões ou similares para o lado da praia;
4 – Estacionamento sobre a calçada cidadã danificando-a.
Pude observar também que ciclistas e pedestres continuam mudando suas faixas de uso num constantes desrespeito às normas. Enfim, nossa cultura geral deixa muito a desejar enquanto que as autoridades pouco se importam em sua fiscalização.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

PRISÕES

Há algumas décadas, quando eu ainda era jovem, tinha conhecimento de que as prisões no Brasil não eram nem de perto consideradas idênticas aos hotéis e pousadas dos mais inferiores em oferta aos clientes.
Também não compactuo com ofertas de prisões onde o preso não tenha o mínimo de dignidade.
Atualmente o sistema prisional do Espírito Santo ganhou manchete nacional e é notório que muitas autoridades se sentem prejudicadas por que afinal ninguém que ser o pai do filho feio. Mesmo que o estado normalize esse sistema haverá na certa, aumento da demanda e nunca terá prisões suficientes para todo delinqüente.
Penso também que todos os brasileiros conhecem nossa realidade e alguns deles, tentam infringir as leis no pressuposto que não serão capturados. Mas a maioria absoluta vai pro depósitos de gente.
Então fica fácil resolver essa questão: Convoco todos os cidadãos a andarem na lei, cumprindo seus deveres civis, respeitando os outros, etc. Ser preso para depois exigir direito não me parece a melhor decisão.