Na esquina da Avenida Aristóbulo Barbosa Leão e Maria de Lourdes Poyares Labuto, em Jardim da Penha e com uma calçada com mais de 5 metros de largura, existe um casal que vendia churrasquinho, refrigerantes e cervejas em latas atendendo a maioria dos alunos de um colégio edificado nas redondezas alem de outros consumidores como é o meu caso. Muitos fregueses, muito asseio e todos sentados em um tamborete ofertados pelos comerciantes.
Semana passada estive lá e nada de tamboretes, nem cerveja, poucos fregueses e tampouco os dois auxiliares que ganhavam alguns para ajudar na suas sobrevivências.
Já tive a oportunidade de escrever para esse jornal e manifestei minha opinião acerca do problema causado por alguns profissionais, que não é o caso dos aqui relatados.
Então fica a pergunta outra vez: Por que a prefeitura não orienta os que comercializam erradamente ao invés de sacrificarem todos que querem trabalhar honestamente? E mais uma pergunta: Por que não ouvem os fregueses acerca do tipo de comércio aqui relatado?
Semana passada estive lá e nada de tamboretes, nem cerveja, poucos fregueses e tampouco os dois auxiliares que ganhavam alguns para ajudar na suas sobrevivências.
Já tive a oportunidade de escrever para esse jornal e manifestei minha opinião acerca do problema causado por alguns profissionais, que não é o caso dos aqui relatados.
Então fica a pergunta outra vez: Por que a prefeitura não orienta os que comercializam erradamente ao invés de sacrificarem todos que querem trabalhar honestamente? E mais uma pergunta: Por que não ouvem os fregueses acerca do tipo de comércio aqui relatado?

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