Lendo a coluna da Sandra Maia de 15.06.08, no jornal A Tribuna, senti-me bem mais aliviado quando ela narra usando a linguagem da razão sobre a obrigatoriedade de presentear nossos pares.
A colunista aproveitou o Dia dos Namorados para mostrar a difícil tarefa de agradar as pessoas com as quais convivemos por que na ânsia de faturar mais, o mercado impõe as regras de presentear alguém. E o povo aceita.
Sou contra o tipo de presente com data marcada num jogo tipo “toma lá dá cá”. E nesse interesse vem a comemoração do dia da mulher, das mães, dos pais, das crianças, de Natal, do casamento, de namoro, de noivado e tudo mais que a inspiração comercial puder inventar.
Parabéns a jornalista de início citada pela feliz idéia de mostrar que para presentear como ela mesma disse é: “Quando quero surpreender e ponto. Não precisa vir nada em troca”.
A colunista aproveitou o Dia dos Namorados para mostrar a difícil tarefa de agradar as pessoas com as quais convivemos por que na ânsia de faturar mais, o mercado impõe as regras de presentear alguém. E o povo aceita.
Sou contra o tipo de presente com data marcada num jogo tipo “toma lá dá cá”. E nesse interesse vem a comemoração do dia da mulher, das mães, dos pais, das crianças, de Natal, do casamento, de namoro, de noivado e tudo mais que a inspiração comercial puder inventar.
Parabéns a jornalista de início citada pela feliz idéia de mostrar que para presentear como ela mesma disse é: “Quando quero surpreender e ponto. Não precisa vir nada em troca”.

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